Presidência
Com o foco em uma gestão ativa e interativa e sobretudo representativa, a presidência da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul em 2021 atua com olhar especial para a participação popular – conectando Parlamento e sociedade. O enfrentamento à Covid-19 também é pauta permanente, tanto articulando estratégias e ações para minimizar os impactos da crise, quanto projetando o futuro do Rio Grande.

REPRESENTATIVIDADE

No dia 03 de fevereiro de 2021, quando tomou posse como presidente da Casa, o deputado Gabriel Souza (MDB), direcionou seu discurso para uma análise crítica sobre a crise da representatividade identificada há alguns anos pela sociedade. “O povo quer e precisa ser representado. Mas quer que seja de verdade, no seu tempo, com a sua velocidade, com as suas dores, com o seu olhar”, afirmou o parlamentar. Para ele, é possível resgatar a legitimidade da representação e, para isso, instiga o uso de diferentes ferramentas para aproximar o Parlamento e a população.

PARLAMENTO CONECTADO

Precisamos encurtar caminhos entre representantes e representados, entre o povo e a casa do povo”. Com esta fala, o presidente adiantou o estabelecimento de premissas baseadas na conectividade. Na prática, isso significa a utilização de plataformas de comunicação digital, da tecnologia da informação e as experiências de inovação aproximar deputados e cidadãos. Para além de lives, de webinars, de vídeos ou até mesmo das redes sociais tradicionais, a Assembleia Legislativa gaúcha busca incorporar um DNA digital na sua natureza, em sua cultura e em suas ações.

REFORMA REGIMENTAL – A gestão 2021 propõe a primeira reforma regimental do Legislativo em 30 anos. A iniciativa vai oportunizar que o cidadão se sinta mais representado e conectado, além de tornar os processos internos mais ágeis e transparentes. Compreende também a criação de uma nova ferramenta, a Consulta Pública On-line, para que a população possa opinar, dar sugestões e contribuir com projetos em tramitação na Casa.

PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE

Não há conexão sem a participação da sociedade nos debates e decisões desta Casa. Isso requer uma Assembleia Legislativa necessariamente digital, participativa e ágil - ativa e interativa, como indica a marca desta gestão. “Queremos que nossas sessões, por exemplo, sejam mais convidativas e a Casa ainda mais aberta e transparente para atingir mais profundamente a opinião pública gaúcha, especialmente em sua base da pirâmide social”, explica o presidente.

ENFRENTAMENTO DA PANDEMIA

Todas estas ações ocorrem paralelamente ao enfrentamento de uma das maiores crises enfrentadas pela nossa sociedade nas últimas décadas. A Assembleia Legislativa é protagonista de iniciativas para apoiar as áreas mais afetadas, especialmente o setor da saúde e da economia, fazendo aportes oriundos da sua economia para assegurar atendimento e manutenção de serviços.

O RS PÓS-PANDEMIA - Outro instrumento participativo em 2021 é a realização do ciclo de debates “O RS PÓS-PANDEMIA”, que consiste na realização de seminários mensais para discutir o futuro da educação, da saúde, da economia e outros temas com a participação de especialistas. Posteriormente, as tendências apontadas serão testadas na sociedade por meio de pesquisas e servirão como base para construção de medidas legislativas que atendam a nova realidade do estado.

 

A base da política, e especialmente de um parlamento, é a representação. Mas não apenas a representação em sentido formal, técnico, normativo – e nem mesmo estritamente constitucional. Falo da representação em seu sentido popular: como pertencimento, como delegação, como verdadeira materialização da vontade social”, deputado Gabriel Souza, presidente da Assembleia Legislativa.